quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Provando a Veracidade da Bíblia #3: Arqueologia Biblica





A bíblia é o livro mais distribuído no mundo. É também o mais traduzido e mais lido. Mas por quê? Dentre os motivos, por causa de o verdadeiro cristianismo ser evangelístico/missionário e por toda a vitória da mensagem de Cristo no amor de Deus, na expiação do Cordeiro de Deus, no novo nascimento em Cristo e na ressurreição dos mortos (e na abordagem de diversos outros temas fundamentais e questionados por todos os homens). A bíblia tem aspectos de grande relevância histórica, geográficaarqueológica, literária, dentre outras. A bíblia venceu o seu tempo e é o único livro com profecias claras e precisas. Para os cristãos, a bíblia é o único livro (ainda por cima milenar) cujo Autor que o inspirou, ainda Está Vivo. É a palavra de Deus escrita, e mesmo em diversas outras áreas do conhecimento humano tem alta relevância.

Quanto às evidências bíblicas de sua veracidade em contexto geral, por mais simples que possam parecer, inicialmente existem um pouco menos de meia dúzia de evidências que todos podem “averiguar” e são inescusaveis diante de Deus (fé em Deus, fé em Cristo, fé no Espírito Santo – na pregação do evangelho e igreja verdadeira e invisível que será salva ao longo dos séculos - e logo fé na bíblia viva).
1 - CRIAÇÃO DE DEUS (Romanos 1:20).
2 - A VINDA DO SALVADOR E REVELAÇÃO PLENA DA SALVAÇÃO EM CRISTO (João 15:22).
3 – O ESPÍRITO SANTO NA VIDA DA IGREJA VERDADEIRA/SINCERA E BÍBLIA – PREGAÇÃO DO EVANGELHO (I Pe 3:16, Mt 24:14)



Nos últimos artigos da série abordamos aspectos a respeito de fatos bíblicos e profecias cumpridas. De certa forma, alguns fatos bíblicos abordados são interligados com a História, Geografia e Arqueologia Bíblica, e até mesmo com a Astronomia e ciências parentais. Todavia esse artigo supracitado - o primeiro da série postado - nós abordamos o tema mais sob os aspectos científicos em um contexto mais amplo da humanidade e universo – tendo pequenos versículos bíblicos que falam a respeito de assuntos de alcance a todo o homem e Cosmos (planeta Terra, estrelas, conhecimento de que o ar possui peso, etc). Nesse artigo trataremos a respeito de alguns assuntos mais ligados a Geografia, História e Arqueologia Bíblica voltadas a histórias bíblicas mais pormenorizadas e registradas na bíblia, e quanto à formação da própria bíblia (com achados arqueológicos, pergaminhos, etc).
  

Sobre Arqueologia, Geografia e História Bíblica, o educador evangélico estadunidense Walter Kaiser Jr enumerou uma seqüência de descobertas como sendo as dez mais importantes da Arqueologia Bíblica.
1 Os Amuletos de Ketef Hinnom (1979), contendo o mais antigo texto do Antigo Testamento (séc. VII-VI a.C.), descoberto por um arqueólogo bíblico, o hùngaro-israelense Gabriel Barkay. O sepulcro foi datado como entre os séculos VII e VI a.C., antes do exílio. Admitiu-se que os rolos achados fossem usados como amuletos e que contivessem alguma inscrição. O processo ultradelicado, desenvolvido para abrir os rolos de papel sem que o mesmos se desintegrassem, levou três anos. Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscrição continha porções de Números 6:24-26: O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti... e te dê a paz. Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome do Deus Israelita: YHWH ou Jeová. Os chamados de Amuletos de Ketef Hinnom, na realidade dois rolos de papel de prata minúsculos achados na câmara funerária 25 da caverna 24 de Ketef Hinnom, contêm a mais antiga inscrição biblica (600 a.c).
2 Papiro de John Rylands, redescoberto (1934), por C. H. Roberts na Biblioteca John Rylands (1801-1888) em Manchester, Inglaterra. Conhecido como o mais antigo texto escrito do Novo Testamento.
3 Os Manuscritos do Mar Morto (1947), casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras. Na sua maioria, escritos antes da era cristã e guardados em rolos, dentro de vasilhas de barro. Dentre os achados está o livro completo de Isaias com datação contemporânea a esse especial profeta messiânico - algo extraordinário tanto sob a ótica histórica quanto da fé cristã.
4  Pintura Mural Tumba de Beni Hasan (1923), Tebas, uma pintura mural da tumba de um nobre em Beni Hasan, Egito, que data do tempo de Abraão (XIX a. C.). A descoberta revelou como era a cultura patriarcal por volta de dois anos antes de Cristo.
5   A Estela de Tel Dã  (1993), cuja descoberta provou, sem sombra de dúvidas, a existência do rei Davi (1015-975 a. C.) e seu reinado. Placa comemorativa sobre conquista militar da Síria sobre a região de Dã. A inscrição traz de modo bem legível a expressão "casa de Davi", que pode ser uma referência ao templo ou à família real. O mais importante, todavia, é que menciona, pela primeira vez fora da Bíblia, o nome de Davi, indicando que este foi um personagem real. Esta descoberta também fez mídia admitir que a Bíblia pode ser tomada como fonte de documentação histórica.
6 Tablete 11 (1872) do épico de Gilgamés, descoberto pelo arqueólogo bíblico e assiriologista inglês George Smith (1840-1876). A descoberta deste documento provou a antigüidade do relato do dilúvio.
7  Fonte de Giom, a Ha Gihon (1833), mencionado em 2 Samuel 2:13 e Jeremias 41:12, pesquisada pelo arqueólogo estadunidense Edward Robinson. A Inscrição de Siloé é uma passagem de texto inscrito, encontrada originalmente no Túnel de Ezequias, aqueduto que supria água da Fonte de Giom para a piscina de Siloé na parte leste de Jerusalém. Descoberto (1880), a inscrição registra a construção do túnel no século VIII a.C. Encontra-se entre os registros mais antigos escritos na língua hebraica, usando-se o alfabeto Paleo-Hebrew.
8   Selo de Baruque (1975), descoberta que provou a existência do secretário e confidente do profeta Jeremias. O profeta Jeremias durante os últimos anos do reino de Judá, profetizou o exílio e o retorno dos judeus, eles teriam que aceitar o jugo de Babilônia e não resistir. Ele foi encarcerado, ameaçado de morte e posto como falso profeta e traidor. Jeremias, nomeou Baruque, o filho de Nérias, seu escriturário.  Foram encontrados em uma loja de antiguidades em Jerusalém alguns pedaços de barro marcados com um selo. Dentro desta coleção há duas peças que acredita-se ter pertencido a Baruque. Em exibição no Museu de Israel em Jerusalém, nas três linhas lê-se: Berekhyauhuh, o filho de Neriyauhuh, o escriturário.
9  Palácio de Sargão II (1843), rei da Assíria mencionado em Isaías 20:1, descoberto por Paul Emile Botta (1802-1870). A existência do Palácio de Sargão II foi posta em dúvida por historiadores por muitos séculos até essa descoberta (1843), que pois fim a negação histórica da menção bíblica feita em Isaías 20:1.
10  O Obelisco Negro de Salmaneser (1845), um artefato que o arqueólogo Austen Henry Layard (1817-1894) encontrou, na antiga cidade de Nínive. Assim chamado um dos mais antigos artefatos arqueológicos a se referir a um personagem bíblico: o rei hebreu Jeú, que viveu cerca de nove séculos antes de Cristo. Assim como o prisma de Taylor, ambos são artefatos que mostram duas derrotas militares de Israel. Este artefato mostra um desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III, oferecendo tributo a ele e encontra-se preservado, agora, no Museu Britânico, em Londres. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.


Outras descobertas significantes relatadas por Walter Kaiser Jr: 
1 Inscrição/Tanque de Siloé – Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crônicas 32:2-4. 
Textos de Balaão – Fragmentos de escrita aramaica encontrados em Tell Deir Allá, que relatam um episódio da vida de "Balaão filho de Beor" e descrevem uma de suas visões – indícios de que Balaão existiu e viveu em Canaã, como afirma a Bíblia no livro de Números 22 a 24.
3  Papiro de Ipwer – Oração sacerdotal escrito por um egípcio chamado Ipwer, onde questiona o Deus Horus sobre as desgraças que ocorrem no Egito. As pragas mencionadas são: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, que parecem fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo. 
4  Tabletes de Ebla  Cerca de 14 mil tábuas de argila foram encontradas no norte da Síria, em 1974. Datadas de 2.300 a 2.000 a.C., elas remontam à época dos patriarcas. Os tabletes descrevem a cultura, nomes de cidades e pessoas (como Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé) e o modo de vida similar ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade.
Tijolo babilônico de Nabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilônia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor. 
Estela de Merneptah – Coluna comemorativa, datada de cerca de 1207 a.C., que descreve as conquistas militares do faraó Merneptah. Israel é mencionado como um dos inimigos do Egito no período bíblico dos juízes, provando que Israel já existia como nação neste tempo, o que até então era negado pela maioria dos estudiosos. É a menção mais antiga do nome "Israel" fora da Bíblia.
  

Outras descobertas importantes apontadas por outros historiadores e arqueólogos a respeito da História e Arqueologia Bíblica:
1    O sinete e o selo de Adão e Eva. O sinete de “Adão e Eva” foi descoberto em 1932 pelo Dr. Speiser, do Museu da Universidade da Pensilvânia, em Tepe Gawra, 19 quilômetros a norte de Nínive, antiga capital assíria. Ele datou este sinete de cerca de 3500 A.C. e declarou que o mesmo sugeria nitidamente a história de Adão e Eva: nus, um homem e uma mulher andavam sob um profundo abatimento e de coração quebrantado, seguidos por uma serpente. Encontra-se hoje no Museu da Universidade, em Filadélfia. Já o selo de “Adão e Eva” foi inicialmente descoberto na Mesopotâmia pelo arqueólogo George Smith, do Museu Britânico, e havia sido datado de 2200 a 2100 A.C.. A cena retratada no selo sugeria-lhe a história bíblica da tentação de Adão e Eva. Um homem e uma mulher estão sentados ao pé de uma árvore. Uma serpente está atrás da mulher.
2  Várias versões de um dilúvio em diferentes culturas espalhadas pelo mundo. A bíblia afirma que da descendência de Noé restaram Sem, Cão e Jafé. Desses os semitas deram nascimento a Abraão e segundo as escrituras guardaram mais fielmente a fidelidade e história do Deus de Israel (tendo Cão ou Cam por exemplo tendo trajetória de maior infidelidade). Quanto aos demais, apesar de qualquer envolvimento com ídolos e práticas ainda mais distanciadas do Eterno, preservaram muitos conhecimentos de Deus advindos de Adão e seus filhos, e sobretudo de Noé e seus filhos (ainda mais distanciadas do Eterno, pois os semitas também eram repreensíveis em muitos pontos).
3   A Torre de Babel e as evidências arqueológicas.  Possivelmente as linguagens atuais tiveram nascimento de uma "língua mãe". Outros diversos dados históricos remontam a um dos primeiros senão o primeiro grande império de um mundo conhecido, a saber: "Ninrode". Esse homem segundo relatos históricos possivelmente foi o líder de um império que precedeu aos  "Caldeus" e "Babilônicos". Por diversos achados arqueológicos é possível supor diversas questões a respeito da época aproximada em que viveu, a qual se aproxima da "Torre de Babel", da sua tentativa de "reunir o mundo", da "construção de uma torre", da "multiplicação de línguas após o seu fracasso", de relatos de pessoas contemporâneas de que sua tentativa de reunir o mundo e as línguas desagradavam aos "deuses", etc.
4   Arca de Noé. Possíveis achados arqueológicos no Monte Ararath (Turquia), local o qual a bíblia afirma a Arca ter “descansado”.
5  Travessia de Israel pelo Mar Vermelho. Foram achados materiais arqueológicos diversos, como rodas de carros de guerra, etc. Além disso, existem diversas pistas arqueológicas de Israel ainda no Egito e em todo o trajeto até chegar a terra de Canaã. 
6     Evidências da cidade de Jericó. O dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-36), descobriu em suas escavações que o muro realmente "foi abaixo"; caiu, e que era duplo, algo que extraordinariamente se harmoniza com as Sagradas Escrituras. 
7     Gigantes na terra de Canaã. Existem possíveis achados arqueológicos de ossadas humanas gigantes.
8 O palácio da rainha de Sabá. Arqueólogos alemães encontraram os restos do palácio da lendária rainha de Sabá na localidade de Axum, na Etiópia, e revelaram assim um dos maiores mistérios da Antiguidade, segundo anunciou a Universidade de Hamburgo.
9     Minas do Rei Salomão. Escavações em minas de cobre no extremo sul de Israel podem ter revelado novas evidências do reinado da figura bíblica do Rei Salomão, que teria governado a região durante 40 anos. As escavações recentes no Vale de Timna revelaram artefatos datados do século 10 a.C., época em que a Bíblia diz que o rei Salomão governava.
10  O muro de Neemias. O muro mencionado no livro de Neemias foi encontrado na antiga cidade de Davi. Segundo a arqueóloga israelense Eilat Mazar, chefe do Instituto de Arqueologia do Centro Salém, em Jerusalém, os artefatos de cerâmica encontrados debaixo de uma torre sugerem que a torre e o muro contíguo são do século V antes de Cristo, o tempo de Neemias. Até então achava-se que o muro era posterior, datado do período Asmodeu (142 a 37 A.C.). O livro de Neemias dá descrições detalhadas da construção dos muros, destruídos anteriormente pelos babilônios. 
11  Hititas. Eram considerados como uma lenda bíblica até que sua capital e registros foram encontrados em Bogazkoy, Turquia. Muitos pensavam que as referências à grande riqueza de Salomão eram grandemente exageradas. Registros recuperados mostram que a riqueza na antiguidade estava concentrada com o rei e que a prosperidade de Salomão é inteiramente possível. 
12 Reis Sargon e Belsazar. Também já foi afirmado que nenhum rei assírio chamado Sargon, como registrado em Isaías 20:1, existiu porque não havia nenhuma referência a este nome em outros registros. O palácio de Sargon foi então descoberto em Khorsabad, Iraque. O evento mencionado em Isaías 20 estava inclusive registrado nos muros do palácio. Ainda mais, fragmentos de um obelisco comemorativo da vitória foram encontrados na própria cidade de Asdode. Outro rei cuja existência estava em dúvida por parte dos cientistas e historiadores, e sobretudo dos questionadores da bíblia, era Belsazar. Esse é descrito na bíblia como rei da Babilônia, nomeado em Daniel 5. O último rei da Babilônia havia sido Nabonidus conforme a história registrada. Tabletes foram encontrados mais tarde mostrando que Belsazar era filho de Nabonidus e co-regente da Babilônia. Assim, ele podia oferecer a Daniel "o terceiro lugar no reino" (Daniel. 5:16) se ele lesse a escrita na parede. Aqui nós vemos a natureza de “testemunha ocular” do registro bíblico frequentemente confirmada pelas descobertas arqueológicas. O profeta Daniel coloca Belsazar a reinar na Babilónia (Daniel 5). Quanto ao fato de na bíblia Nabucodonosor ser identificado como "pai de Belsazar", analisando a cultura antiga entendemos que provavelmente Nabucodonosor teria sido avó ou algum antepassado relativamente próximo. Na época a expressão pai poderia dizer tanto respeito ao pai propriamente dito como a avós e descendentes próximos. Possivelmente a mãe de Belsazar e mulher de Nabonido (Nitocris) era filha de Nabucodonosor. Em 1853, descobriu-se uma inscrição na pedra angular de um templo construído por Nabonido em Ur, dedicado a um "deus". A inscrição dizia: “Não peque eu, Nabonido, rei da Babilónia, contra ti. Perdure reverência por ti no coração de Belsazar, meu primogénito, filho favorito“. Em 1924, 71 anos depois, foi encontrada e decifrada a Crônica de Nabonido, actualmente no Museu Britânico. Esse documento histórico oficial atesta que Nabonido deixou a Babilónia e se dirigiu a Tema, deixando o seu filho Belsazar no trono.
13  Existência da cidade de Nararé com pequenas casas. A Arqueologia confirmou a existência da cidade de Nazaré. O Dr. James Strange, da Universidade do Sul da Flórida, um grande especialista em arqueologia bíblica, descreve Nazaré como sendo um lugar muito pequeno, de cerca de 60 acres, com uma população de, no máximo 480 pessoas no início do séc. I. Dr. James observa que no ano 70 d.C (data da queda de Jerusalém), não havia mais necessidade de sacerdotes no templo, porque o mesmo fora destruído pelos romanos. Então, os sacerdotes foram enviados para diversos lugares. Isto foi constatado após a descoberta de uma lista em aramaico onde aparecem 24 famílias de sacerdotes remanejados, onde um deles consta como enviado para Nazaré. Além disso, Arqueólogos israelenses também encontraram em 2009 os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo.
14 O que procurou matar o profeta Jeremias. Uma equipe de arqueólogos da Universidade Hebraica de Jerusalém encontrou um selo pertencente a Gedalias, ministro do rei Zedequias (597-586 a.C.). O selo de 2.600 anos foi achado na antiga Cidade de Davi. Gedalias foi um dos ministros que, segundo o Livro de Jeremias, pediram a morte deste profeta (Jeremias 38:1-4).  
15  O carimbo de Jezabel. É quase certo que um artefato obtido nos anos 1960 por um arqueólogo israelense no mercado de antiguidades, tivesse pertencido a Jezabel. Mas havia um problema bizarro: o suposto nome da rainha, gravado na opala, estava escrito errado - o que levou muita gente a achar que se tratasse de uma outra pessoa, embora de nome parecido. Com paciência de detetive, Marjo Korpel, especialista da Universidade de Utrecht, analisou o sinete e o comparou com outros objetos do mesmo tipo e da mesma época, ou seja, produzidos por volta do ano 850 a.C., quando viveram Jezabel e seu marido Acabe, rei de Israel. Pela distribuição das letras e pela presença de uma pequena área quebrada no objeto, a pesquisadora holandesa estimou que originalmente havia mais duas letras hebraicas no sinete - o suficiente para "corrigir" o nome de Jezabel.
16 Carimbo encontrado em Jerusalém prova existência de família bíblica.  O sinete (especie de carimbo) estampa o nome da família Tema, a qual, de acordo com o Livro de Neemias, estava entre os exilados que retornaram a Judéia no ano 537 a.C. após o fim do cativeiro na Babilônia.
17 Achado arqueológico confirma (mais uma vez) a historicidade da Bíblia. Nabu-sharrussu-ukin é descrito como sendo o eunuco chefe de Nabucodonosor. O professor Michael Jursa, da Universidade de Viena, autor da descoberta, tinha uma ideia deste nome uma vez que já o tinha visto na Bíblia. Em Jeremias 39:3, encontramos o mesmo nome – Nebo-Sarsequim.
18 O ossuário do irmão de Jesus e o silêncio da mídia. Quando descobrem um fóssil duvidoso tido por algum especialista como "elo perdido" ou coisa que o valha, a mídia geralmente faz aquele estardalhaço. O Irmão de Jesus (Editora Hagnos, 247 p.), é um livro que trata justamente da descoberta do ossuário de Tiago. A autoria é de Hershel Shanks, fundador e editor-chefe daBiblical Archaeology Review, e de Ben Witherington III, especialista no Jesus histórico e autor de vários livros sobre Jesus e o Novo Testamento. O livro é bom, e o achado é tão tremendo quanto o dos Manuscritos do Mar Morto (na década de 1940).
19 Nova descoberta dá credibilidade à história de Sansão. Uma pequena pedra encontrada em Israel pode ser a primeira evidência arqueológica da história de Sansão, o fortão mais famoso da Bíblia. Com menos de uma polegada de diâmetro, a gravura esculpida mostra um homem com cabelos longos lutando contra um grande animal com rabo de felino. A pedra foi encontrada em Tell Beit Shemesh, nos montes hebreus próximos a Jerusalém, e data aproximadamente do século XI antes de Cristo. 
20 Novos escritos achados de cristãos do primeiro século.  Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 d.C. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local. Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século.
21 Achados arqueológicos de diversas cidades mencionadas na bíblia (Siquém,  Arade,  Dã, Susã, Nínive, Betel, Cafarnaum, Corazim, Éfeso, Jope, etc).
22  A farsa do chamado “Mito de Cristo” e a dificuldade ateísta em usar a História a seu favor. A verdadeira relação de Jesus e a mitologia pagã: Zoroastrismo e Cristianismo, descendentes de Sem, Cão e Jafé, quem imitou quem?

Finalizamos dizendo que cremos na bíblia pela fé em Cristo, pura e simplesmente. Mas o que também não excluiu as diversas evidências da veracidade em muitos aspectos da bíblia e doutrina de Cristo (fatos do universo e ciência, profecias bíblicas, história e arqueologia bíblica, assuntos fundamentais tratados por Cristo como pecado/remissão/vida eterna, história e fidelidade da Igreja Primitiva,  fruto e dons do Espírito Santo, etc).

Fontes: